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GOL (GOLL4) passa a ter 302 voos e reabre 3 bases em setembro  | Foto © Herbert Monfre - Fotógrafo de avião - Eventos - Publicidade - Ensaios - Contrate o fotógrafo pelo e-mail cmsherbert@hotmail.com | Imagem produzida por Herbert Pictures - É MAIS QUE VOAR


A companhia também já passou a voar em parceria com a VoePASS para Sorriso (SMT) e Rondonopólis (ROO) no estado do Mato Grosso. Já em retomada, Londrina, PR (LDB), Juiz de Fora, MG (IZA) e Presidente Prudente, SP (PPB) são as novidades em busca de maior conectividade com os hubs de Guarulhos (GRU), Brasília (BSB) e Rio de Janeiro / Galeão (GIG) e ganham o reforço para as bases de Belém (BEL), Fortaleza (FOR) e Salvador (SSA), responsáveis por atender mercados regionais em ascensão.

 

A GOL (GOLL4), anunciou sua malha aérea para o mês de setembro, com 302 voos diários nacionais e a retomada de suas bases em Londrina (LDB), no Paraná, Juiz de Fora (IZA), em Minas Gerais, e Presidente Prudente (PPB), em São Paulo, que vão se comunicar com o aeroporto internacional de Guarulhos (GRU). Vigente desde 1º de setembro, a nova malha segue até o dia 30 do mesmo mês.

 

Caracterizada pela atenção absoluta ao cenário atual, a grade de voos leva em consideração as características do mercado, os horários mais convenientes para os passageiros / clientes e, sobretudo, a alta conectividade entre os mais diferentes pontos do Brasil, sem contar as rigorosas medidas de Segurança, aplicadas a fim de resguardar a Saúde e o bem-estar de passageiros / Clientes, Colaboradores e parceiros.

 

Em comparação com o mês anterior, agosto, que somava 202 voos diários, o número de setembro, 302, representa um crescimento de 49% em decolagens e 50% em assentos por dia. Uma realidade que atende a 135 mercados (119 operados pela GOL e 16 pela companhia aérea parceira VOEPASS), distribuídos em 60 bases nacionais – 52 delas são operadas pela própria Companhia e 8 pela VOEPASS. No total, são 11 novos mercados que passam a ser contemplados na malha aérea da GOL em setembro.

 

Os aeroportos de Guarulhos, Brasília (BSB) e Galeão (GIG) se mantêm como os hubs primordiais da GOL, permitindo a comunicação com vários outros pontos do Brasil, algo que já vinha acontecendo nos dois meses anteriores. Os passageiros / clientes também têm à disposição conexões importantes em outros três aeroportos de relevância: Fortaleza (FOR), Salvador (SSA) e Belém (BEL), que assumem um perfil conectivo vigoroso para atender a mercados menores, porém não menos importantes.

 

Fortaleza, por exemplo, passa a ter voos para São Luís (SLZ), enquanto Manaus (MAO) retorna as frequências para Santarém (STM). Já em Salvador, são 7 destinos operados pela VOEPASS: Barreiras (BRA), Vitória da Conquista (VDC), Petrolina (PNZ), Maceió (MCZ), Porto Seguro (BPS), Aracaju (AJU) e Ilhéus (IOS).

 

Há mais novidades. O aeroporto de Congonhas (CGH) retorna com sua malha após um período de obras, com ligações para Porto Alegre (POA), Curitiba (CWB), Santos Dumont (SDU), Confins (CNF), Brasília, Salvador e Recife (REC). Para o Santos Dumont, a cidade de Campinas (VCP) ganha 3 novos voos diários, e Curitiba, Confins, Goiânia (GYN) e Vitória voltam a ter operações no aeroporto central carioca (além do retorno a Congonhas).

 

Setembro também marca um mês completo de operações em Sorriso (SMT) e Rondonópolis (ROO), no Mato Grosso. Ambas as localidades são novos destinos contemplados na malha aérea da GOL, com voos diretos para Brasília operados pela VOEPASS.

 

"Ainda que não esteja utilizando todo o seu potencial operacional, a GOL cumpre ao direcionar-se pelo atendimento aos principais mercados brasileiros. Para setembro, vislumbramos o deslocamento de pessoas que precisam visitar familiares, de profissionais de saúde em missão no combate à pandemia e ainda o transporte de cargas de emergência, com leve acréscimo das viagens corporativas e turísticas", afirmou Rafael Araujo, diretor de planejamento de malha aérea da GOL.

 

Vale ressaltar que os voos internacionais da GOL permanecem suspensos, dado o dinamismo do setor e os obstáculos que podem surgir com a evolução da pandemia.

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